sábado, 5 de dezembro de 2009


Pintassilgo

É conhecido também como Pintassilgo-mineiro e Pintassilva. Vive em mata secundária aberta, árvores em plantações e quintais, pinhais, cerrado.

Características

Mede 11cm. de comprimento.

Gorjear fino bastante variado, em andamento rapidíssimo; estrofes longas intercalando imitações de outras aves. Canta também em vôo.

Esta pequena ave granívora é conhecida por quase toda a gente, pelo que se trata de uma espécie de relativamente fácil identificação. A sua máscara preta, presente apenas nos machos, bem como as manchas amarelas nas asas, fazem do pintassilgo uma ave bastante colorida e com um padrão facilmente reconhecível, mesmo em voo. Durante a Primavera, pode ser observado a cantar no alto de árvores, antenas, postes e telhados. No Inverno agrega-se frequentemente em bandos de dimensões consideráveis, que podem juntar centenas de aves. Além de seu canto característico, pousado ou em vôo, imita o canto de outras aves.

Fêmeas de cabeça e lado inferior oliváceos. Os jovens machos com poucos meses já apresentam pintas pretas na cabeça.


Reprodução

Atinge a maturidade sexual aos 10 meses.

Nidifica tanto nas copas das araucárias mais altas como em cafeeiros. A fêmea constrói o ninho em forma de pequena tigela, com raízes finas, sem revestimento ou forrado de penas e crinas, na forquilha de árvores ou de arbustos, a pouca altura do solo (3 a 4 m). Os ovos são brancos, com pouco azul-celeste, às vezes com algumas pintas pardas e medem cerca de 16 x 12 mm. A incubação também é tarefa da fêmea, podendo o macho alimentá-la durante este período. Cada ninhada geralmente tem entre 3 e 5 ovos, tendo de 2 a 4 ninhadas por temporada. Os filhotes nascem após 13 dias.


Alimentação

Sementes e pequenos frutos secos, de revestimento duro

Hábitos

Este mestre-cantor tornou-se um pássaro raro, devido principalmente à intensa perseguição que o comércio clandestino de aves silvestres lhe move.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Araras azuis

As araras azuis

Aqui serão apresentadas as três espécies do gênero Anodorhynchus: hyacinthinus, leari e glaucus, que são consideradas como as verdadeiras araras azuis, por terem a cor predominantemente azul. Vale lembrar que este gênero possui espécie extinta (A.glaucus) e as outras duas estão na lista mundial de espécies ameaçadas, classificadas como “criticamente em perigo” a arara-azul-de-lear (A. leari, com cerca de 600 indivíduos na natureza) e “em perigo” a arara-azul
, que possui a maior população do gênero na natureza, pois vem se recuperando no Pantanal, mas ainda sofre com a captura para o tráfico principalmente em outras regiões do Brasil e pela descaracterização do habitat).

Será incluída também a espécie Cyanopsitta spixii, por ser popularmente conhecida no Brasil como ararinha-azul. Embora esta espécie esteja, atualmente, extinta na natureza, ela vem sendo reproduzida em cativeiro para futura reintrodução. A ararinha-azul e a arara-azul-de-lear são genuinamente brasileiras, pois sua distribuição é restrita ao Brasil, no estado da Bahia.